So this is a poem, sort of. It tells of my feeling as of right now.
A lot has changed since last posts. I'm proving that I only write when I'm sad. lol that's sad.
O menino libriano
gostava de Alice, que não gostava dele. Então, o menino libriano
tentou ficar com sua amiga, Gabriela. Entretanto, nada fez porque não
sabia o que fazer.
Mais tarde, o menino
libriano era apaixonado por Luma, que por sua vez, gostava de Nina.
Não preciso dizer que isso não deu certo.
O menino namora a
Ágata, mas gosta de Charline, que mora no paraná.
Por que não podemos
nos contentar com o que temos? Porque não me contento com bela e
interessante namorada, querendo jogar no lixo tudo que relevo, pelo
gostinho da esperança de um novo amor.
Ah, os perfumes dos
primeiros momentos da paixão descoberta! Ah, os primeiros raios de
uma relação impossível!
Os raios da aurora
já não parecem os mesmos. Talvez, outrora, teria acordado inquieto,
pensando em alguém que não reciproca. Hoje é diferente; ou meu
coração endureceu, que nem uma lâmina de grama prota para se
quebrar na primeiro pisada, na geada do inverno; ou isso é a
maturidade, meu racional aprendendo a lidar com o lado emocional.
Escolhas.
Para o menino
libriano, escolhas não são escolhas, pois afinal, tu só tens uma
opção. Se fosse uma escolha, poderia escolher mais de uma.
O libriano queria
namorar Luiza e Ágata ao mesmo tempo, mas nenhuma delas gostou da
ideia, acabou não escolhendo, e elas escolheram por ele. A primeira
se retirou (ou foi expulsa) da vida dele em detrimento da segunda, o
que foi muito dificil para ele. Era como se metade de seu coração
tivesse sido arrancado fora, pela segunda, e dado de comer aos caẽs
sem cerimônia. Jogado aos prantos e indecisões, não decidiu mais
nada.
Esta na hora de
acordar. Mais uma aurora vem raiando, depois do torpor do inverno.
Chegam os primeiros sinais de calor com a beleza pura da prima. A
minha prima Vera.
Ode aos tempos de Delfos, onde os librianos gastavam suas fortunas para alguém lhes
dizer o que fazer, pois não se contentam com pouco.
O menino libriano só
tem o google e amigos, nem um pouco tão místico e crível que nem o
velho oráculo, porém mais humano e pessoal, onde se podem ter mais
de um ponto de vista.
No final a decisão
está mais relacionada ao momento. O que eu mais quero pra mim nesse
momento.
Nesse sentido, a
decisão por Ágata foi a escolha certa a fazer. Porém, agora o
libriano se encontra em uma nova encruzilhada, onde deve se submeter
a condição servil e se contentar com o amor conquistado ou, se
elevar acima de sua estima e voltar ao mundo da sedução, a procura
de uma nova aventura que lhe faça entorpecido durante os meses de
calor.
Em novembro, a
verei.
Em novembro! Que
novela.
Durante quase um
ano, alimentei a memória de seu doce sorriso.
Me derreti com suas
doces palavras e cultivei sua amizade.
Ó ceus, será que
ela vai me querer? Ó ceus, será que quero outra pessoa?
Ó ceus, será que
tem alguém lá fora para mim? Porquê não me contento com o que
tenho?
HNK.
















