quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Hi.
So this is a poem, sort of. It tells of my feeling as of right now.
A lot has changed since last posts. I'm proving that I only write when I'm sad. lol that's sad.


O menino libriano gostava de Alice, que não gostava dele. Então, o menino libriano tentou ficar com sua amiga, Gabriela. Entretanto, nada fez porque não sabia o que fazer.
Mais tarde, o menino libriano era apaixonado por Luma, que por sua vez, gostava de Nina. Não preciso dizer que isso não deu certo.
O menino namora a Ágata, mas gosta de Charline, que mora no paraná.

Por que não podemos nos contentar com o que temos? Porque não me contento com bela e interessante namorada, querendo jogar no lixo tudo que relevo, pelo gostinho da esperança de um novo amor.
Ah, os perfumes dos primeiros momentos da paixão descoberta! Ah, os primeiros raios de uma relação impossível!

Os raios da aurora já não parecem os mesmos. Talvez, outrora, teria acordado inquieto, pensando em alguém que não reciproca. Hoje é diferente; ou meu coração endureceu, que nem uma lâmina de grama prota para se quebrar na primeiro pisada, na geada do inverno; ou isso é a maturidade, meu racional aprendendo a lidar com o lado emocional.

Escolhas.
Para o menino libriano, escolhas não são escolhas, pois afinal, tu só tens uma opção. Se fosse uma escolha, poderia escolher mais de uma.

O libriano queria namorar Luiza e Ágata ao mesmo tempo, mas nenhuma delas gostou da ideia, acabou não escolhendo, e elas escolheram por ele. A primeira se retirou (ou foi expulsa) da vida dele em detrimento da segunda, o que foi muito dificil para ele. Era como se metade de seu coração tivesse sido arrancado fora, pela segunda, e dado de comer aos caẽs sem cerimônia. Jogado aos prantos e indecisões, não decidiu mais nada.

Esta na hora de acordar. Mais uma aurora vem raiando, depois do torpor do inverno. Chegam os primeiros sinais de calor com a beleza pura da prima. A minha prima Vera.

Ode aos tempos de Delfos, onde os librianos gastavam suas fortunas para alguém lhes dizer o que fazer, pois não se contentam com pouco.
O menino libriano só tem o google e amigos, nem um pouco tão místico e crível que nem o velho oráculo, porém mais humano e pessoal, onde se podem ter mais de um ponto de vista.
No final a decisão está mais relacionada ao momento. O que eu mais quero pra mim nesse momento.
Nesse sentido, a decisão por Ágata foi a escolha certa a fazer. Porém, agora o libriano se encontra em uma nova encruzilhada, onde deve se submeter a condição servil e se contentar com o amor conquistado ou, se elevar acima de sua estima e voltar ao mundo da sedução, a procura de uma nova aventura que lhe faça entorpecido durante os meses de calor.



Em novembro, a verei.
Em novembro! Que novela.
Durante quase um ano, alimentei a memória de seu doce sorriso.
Me derreti com suas doces palavras e cultivei sua amizade.
Ó ceus, será que ela vai me querer? Ó ceus, será que quero outra pessoa?
Ó ceus, será que tem alguém lá fora para mim? Porquê não me contento com o que tenho?

HNK.


Nenhum comentário:

Postar um comentário